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Acompanhamento pré-natal e exames gestacionais para uma gestação saudável

A gravidez é um momento mágico que requer muito cuidado e uma atenção especial. Assim que qualquer mulher descobre que está em gestação, é necessário tanto para sua saúde, quanto para a da criança seguir uma rotina de consultas e exames para que todo o trajeto seja perfeito, e isso é chamado de pré-natal.

O acompanhamento pré-natal é essencial durante a gestação, pois ele é uma forma de supervisionar tudo o que está acontecendo com o bebê e sua mãe, identificando e evitando assim eventuais problemas, além de proporcionar um período muito mais seguro e saudável.

Muitas mães ficam bastante preocupadas com esse momento, por isso nós fizemos esse artigo para tirar algumas dúvidas sobre o acompanhamento pré-natal e quais exames gestacionais devem ser feitos para uma gestação saudável, confira.

 

Com que frequência devo ir ao médico durante o pré-natal?

De acordo com o Ministério da Saúde a gestante deve visitar o médico no mínimo seis vezes durante a gestação, contudo, muitos profissionais da área acabam fazendo um acompanhamento maior e com mais visitas para garantir o melhor.

O número de consultas geralmente varia de acordo com cada médico e com as características de cada gestante. Contudo, o mais comum é que a gestante visite o seu obstetra pelo menos uma vez ao mês nos sete primeiros meses, duas vezes no oitavo e todas as semanas no nono.

 

Quais exames são os exames gestacionais feitos no pré-natal?

         Bem, durante o pré-natal são realizados diversos exames diferentes para identificar como está saúde da mãe e do bebê, além de identificar eventuais problemas.

         Tenha em mente que a gravidez é uma situação única para cada mãe, afinal cada pessoa possui suas características pessoais e por isso, em cada pré-natal podem ser exigidos pelos médicos exames diferentes dos listados aqui.

 

Exames Iniciais

 

Sangue

O primeiro exame a ser realizado assim que é descoberta a gravidez, é o exame de sangue. A partir dele é possível:

·      Identificar qual é o tipo sanguíneo da gestante (essencial para identificar o fator Rh caso seja negativo);

·      Identificar se possui anemia;

·      Identificar se corre o risco de contrair doenças como rubéola, citomegalovirose e toxoplasmose;

·      Identificar infecções como Hepatites A, B e C, HIV, sífilis, etc;

·      Dosar os hormônios e anticorpos da tireoide.

Além disso, a partir desse exame é possível realizar uma pesquisa de trombofilias congênitas, que ajuda a prevenir o nascimento prematuro e alertar para doenças hipertensivas que podem surgir durante o período de gestação.

 

Urina

         Assim como o de sangue, o exame de urina é um dos primeiros a serem realizados. Ele é essencial para detectar eventuais  infecções urinárias, além de ser ótimo para auxiliar no acompanhamento de gestantes diabéticas.

 

Fezes

         Esse exame auxilia a encontrar possíveis parasitas no intestino que podem provocar problemas como a anemia.

 

Da 5ª a 8ª semana de gestação

 

Ultrassom Intravaginal

         Com a realização dessa ultrassonografia é possível ouvir os batimentos cardíacos do embrião, visualizar o embrião e o saco gestacional, além de auxiliar a identificar o tempo de gravidez e provável data do parto.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Translucência Nucal

         Esse exame tem como objetivo medir a espessura do fluído que fica entre a pele e a gordura da nuca do feto.

A partir dos resultados é possível:

 

·      Medir o bebê.

·      Atestar a sua vitalidade através dos batimentos cardíacos.

·      Identificar quais são as probabilidades do feto possuir alguma anomalia, como a principal identificada pelo exame, Síndrome de Down.

·      Verificar se o bebê possui alguma alteração cromossômica, a partir da ausência do osso nasal.

·      Identificar sinais de possíveis problemas cardíacos através da observação do ducto venoso.

 

Da 20ª a 22ª semana de gestação

 

Ultrassom Morfológico

         Essa ultrassonografia permite que os médicos possam analisar os órgãos do bebê. Geralmente, nela também já é possível identificar qual é o sexo da criança.

 

Da 24ª a 28ª semana de gestação

 

Triagem para Diabetes Gestacional

         Também conhecido como curva de tolerância glicêmica ou teste oral de tolerância à glicose, com esse exame é possível identificar se a mãe desenvolveu a diabetes gestacional durante a gravidez. Se sim, será necessário que a paciente tome alguns cuidados especiais.

         O exame é realizado em laboratório, no qual a gestante bebe um copo de glicose e logo após é submetida a algumas coletas de sangue, que por sua vez serão analisadas para a obtenção de resultados.

 

Da 34ª a 37ª semana de gestação

 

Triagem para Estreptococo Beta-Hemolítico

         Esse exame é feito a partir da análise laboratorial de uma coleta de uma amostra de secreção vaginal da gestante e outra do reto. Através da análise é possível identificar infecções causadas pela bactéria estreptococo do grupo B, que pode acabar sendo transmitida para a criança durante o nascimento, provocando diversas complicações e até mesmo a morte.

 

Ultrassom do Teceiro Semestre

         Com essa ultrassonografia é possível:

·      Verificar o tamanho, peso e posição do bebê;

·      Avaliar a maturidade da placenta;

·      Avaliar a quantidade de líquido amniótico.

 

Situações especiais

A gravidez pode exigir cuidados diferentes para cada mulher, diversos aspectos podem interferir na gestação, como:

·      Gravidez após os 35 anos de idade;

·      Doenças hereditárias;

·      Doenças como diabetes ou hipertensão;

·      Doenças prévias, como câncer ou lúpus, por exemplo;

·      Gestação de múltiplos.

Quando a gestante possui alguma dessas características ou outras, é necessário a realização de um pré-natal ainda mais minucioso e cuidadoso. Por isso, provavelmente serão feitas mais consultas e consequentemente exigidos exames específicos adicionais. Alguns deles são:

 

Teste de Coombs

         A partir do exame de sangue feito no início do pré-natal é possível identificar se o fator Rh da mãe é negativo. Esse teste, também realizado por exame de sangue, revela se ouve contato entre o sangue da mãe e o do bebê, para que então possa ser iniciado o tratamento para evitar prejuízos ao feto.

         Esse tratamento deve ser realizado, pois a incompatibilidade sanguínea pode causar a eritroblastose fetal, que é uma situação na qual o corpo da mãe destrói as hemoglobinas do feto, podendo levar à morte.

 

Da 11ª a 14ª semana de gestação

 

Biópsia de Vilo Corial

         Esse exame geralmente é indicado pelos médicos quando existe a suspeita de alterações cromossômica no bebê, como pode ser identificado no exame de Translucência Nucal.

         O exame apresenta um pequeno risco de provocar aborto na gestante, pois é realizado a partir da amostra da placenta, que é coletada do abdômen da mãe, por meio de uma agulha.

 

A partir da 12ª semana de gestação

 

Ultrassom Transvaginal

         Quando a mulher apresenta uma gestação com grandes riscos de prematuridade é ideal a realização dessa ultrassonografia, pois através dela é possível identificar as condições do colo do útero.

         Caso identificada alguma possibilidade de rompimento, o médico avalia a possibilidade de realizar a cerclagem uterina.

 

Da 18ª a 24ª semana de gestação

 

Teste da Fibronectina Fetal

         Assim como o ultrassom transvaginal, esse teste avalia quais são as chances do nascimento do bebê ser prematuro. É realizado a partir da análise de secreção vaginal.

 

A partir da 28ª semana de gestação

 

Ecocardiograma Fetal

         Geralmente esse exame é exigido em situações onde o feto possua maior probabilidade para o desenvolvimento de anomalias cardíacas, quando é constatada alteração cromossômica, ou quando a mãe possui alguma malformação congênita do coração. Com esse exame é possível observar detalhadamente o funcionamento do coração do feto.

 

Perfil Biofísico Fetal

         Esse exame é exigido quando existe alguma suspeita do bebê estar com o desenvolvimento comprometido. A partir dele é possível avaliar:

·      A reatividade da frequência cardíaca;

·      Os movimentos respiratórios;

·      Os movimentos dos membros;

·      O tônus muscular;

·      O volume do liquido amniótico.

 

 

Durante toda a sua gestação, cuide bem da sua saúde e a do seu filho, faça o pré-natal desde o início. Lembre-se que você pode contar com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade.

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6 hormônios que podem atrapalhar seu emagrecimento

Está com dificuldade de perder peso? Atenção, podem ser os hormônios. Muitos não sabem, mas não são apenas a alimentação saudável e a prática de atividades físicas que influenciam no processo de emagrecimento, os hormônios também exercem um papel importante nessa missão. Por isso preparamos essa lista com 6 hormônios que podem atrapalhar seu emagrecimento. Continue a leitura e confira. 

Como os hormônios atrapalham a perda de peso? 

Os hormônios são responsáveis por regular o nosso metabolismo, que por sua vez exerce papel fundamental na perda de peso. A partir do momento em que os hormônios estão desregulados, o metabolismo passa a não funcionar adequadamente, o que dificulta a queima de calorias e ainda aumenta a pré-disposição ao armazenamento de gordura. 

São os hormônios que regulam a velocidade do nosso metabolismo e é por isso que ao estarem desregulados, dificultam o processo de emagrecimento. Normalmente esse processo é causado pela disfunção hormonal.

O que é disfunção hormonal?

Como o próprio nome sugere, a disfunção hormonal nada mais é do que um problema em que existe um aumento ou diminuição irregular na produção de hormônios relacionados ao metabolismo. 

São diversos os fatores que podem causar esse tipo de distúrbio. Inclusive, os problemas hormonais são muito comuns e podem causar sintomas como:

  • Fome em excesso 
  • Irritabilidade
  • Cansaço em excesso 
  • Insônia 

A disfunção hormonal, além de prejudicar o emagrecimento ainda pode causar doenças graves como a diabetes e hipotireoidismo, por exemplo. Por isso ao ser identificada, a disfunção deve ser tratada corretamente. 

Quais são os hormônios que podem atrapalhar o emagrecimento?

Contamos com muitos hormônios em nosso organismo, mas alguns em específico estão mais ligados ao metabolismo e esses podem atrapalhar o emagrecimento. Confira nossa lista com os 6 principais:

1 – Cortisol

Também conhecido como “hormônio do estresse”, o Cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais e atuam controlando o estresse em nosso organismo. Ele converte gordura em glicose através do fígado, proporcionando assim mais energia. 

Esse hormônio está presente em diversas atividades do organismo durante o dia, como na regulagem da pressão sanguínea, formação de novas memórias, além de auxiliar na digestão, controlando a maneira com que o corpo utiliza todas as proteínas, carboidratos e gorduras obtidas através da alimentação.  

Quando produzido em alta quantidade pode despertar o apetite e ainda estimular o fígado a produzir glicose em excesso, para que o corpo obtenha energia suficiente para lidar com as atividades diárias. Em excesso pode ainda aumentar os níveis de insulina e isso faz com que a vontade de comer seja direcionada a doces e alimentos gordurosos. 

Além de se alimentar mais por causa dessa liberação em excesso, como as substâncias produzidas pelo cortisol não são utilizadas pelo corpo, acabam sendo acumuladas e então armazenadas como gordura. 

2 - Hormônios da Tireoide (T3 e T4) 

Os hormônios T3 e T4 são produzidos pela glândula Tireoide, localizada no pescoço, por isso também são conhecidos por hormônios da Tireoide. Eles estão diretamente ligados com o metabolismo e auxiliam na regulagem de todo o organismo, como nos batimentos cardíacos, raciocínio, temperatura corporal e até mesmo na fertilidade. 

Quando a glândula tem baixo nível de produção dos hormônios, acontece o hipotireoidismo, e isso faz com que o metabolismo desacelere, dessa forma diminui-se o gasto calórico em repouso, o que dificulta a perda de peso. O contrário também pode acontecer, quando a glândula produz em excesso acontece o hipertireoidismo, fazendo com que a pessoa tenha dificuldade para ganhar peso. 

3 – Grelina 

Esse é bastante conhecido por ser o hormônio do apetite, pois é produzido principalmente pelo estômago e pâncreas. Ele é responsável por informar o cérebro que é hora de comer, além de auxiliar também no controle energético do corpo, equilibrando a ingestão e o gasto calórico. 

Quanto mais altos os níveis de Grelina no organismo, mais faminto o indivíduo fica, logo assim que come os níveis se estabilizam reduzindo assim o apetite. Contudo em dietas bastante restritivas ou em um caso de disfunção hormonal, seu nível aumenta de forma intensa, despertando assim maior apetite, fazendo com que a pessoa coma mais do que precisa, dificultando assim a perda de peso. 

4 – GH 

Conhecido também como hormônio do crescimento, o GH é responsável por auxiliar no crescimento longitudinal, assim como o linear e o das células e músculos. Além disso, ele estimula a transformação da gordura corporal em energia através da metabolização.

Quando desregulado, pode não cumprir sua função corretamente, fazendo assim com que a gordura do organismo não seja transformada em energia, além de causar ainda problemas graves, como doenças cardiovasculares, por exemplo. 

5 – Leptina

Esse é conhecido também como hormônio da saciedade, pois uma de suas principais funções é indicar quando o corpo já está saciado, através do nível de gordura armazenada, evitando assim que a pessoa coma mais do que deve. 

Em pessoas acima do peso a Leptina é encontrada em níveis mais altos, devido a quantidade de gordura armazenada no organismo, contudo estas acabam tendo certa resistência ao efeito do hormônio, o que as fazem não se sentirem tão saciadas após as refeições, quando deveria. 

Pessoas com disfunção hormonal podem sentir o mesmo efeito, uma vez que se a Leptina for produzida em excesso pelo corpo, a sensação de saciedade será menor, fazendo assim com que a pessoa coma mais do que necessário. 

6 – Insulina 

A insulina é o hormônio responsável por controlar o nível de glicose (açúcar) no sangue e levá-la para as células. 

Quando encontrada em níveis desregulados no organismo, pode ocasionar a predisposição ao diabetes e ainda aumentar os estoques de gorduras no organismo, principalmente em regiões próximas à barriga e cintura, causando assim dificuldade na perda de peso. 

Como saber se eu tenho disfunção hormonal?

Problemas hormonais podem ser identificados no organismo através da realização de um exame de sangue. É através da medição dos níveis hormonais presente na circulação sanguínea, que se descobre alterações nas dosagens hormonais presentes no corpo. 

Onde fazer o exame de dosagem hormonal em Araçatuba?

Dúvidas quanto aos seus hormônios? Acha que algo está acontecendo? Seu médico solicitou um exame de sangue para que seja feita a dosagem hormonal? Se você mora em Araçatuba, nós podemos ajudar! Somos um laboratório reconhecido em toda região pela qualidade oferecida em nossos serviços e claro, contamos com uma equipe de biomédicos especializados para garantirem os melhores e mais precisos resultados. 

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Novembro Azul – Tudo o que você precisa saber sobre o Câncer de Próstata

Novembro Azul é uma campanha criada com o intuito de conscientizar sobre doenças masculinas, tendo como ênfase o Câncer de Próstata. Esse é o segundo tipo mais comum de câncer entre a população masculina brasileira, ficando atrás apenas do câncer de pele.

Contudo, muitos homens ainda não sabem ao certo o que é e nem como essa doença age no organismo, por isso no artigo de hoje falaremos mais sobre o câncer de próstata, seus sintomas, causas, diagnóstico e tratamento, ou seja, tudo o que você precisa saber sobre essa doença para se cuidar.

O que é Câncer de Próstata?

A próstata é uma pequena glândula muito importante, que é parte integrante do sistema reprodutor masculino. Sua função é produzir o fluído que protege e nutre os espermatozoides no sêmen, tornando-o mais líquido. Fica localizada na parte baixa do abdômen, próxima à bexiga, ao reto e à uretra. 

O câncer de próstata se desenvolve a partir de uma multiplicação desordenada das células da próstata. A glândula endurece e surge um tumor. Essas células anômalas conseguem invadir os tecidos do organismo e se disseminar por diversos outros órgãos, o que complica e aumenta a gravidade da doença.

Quais são as causas do câncer de próstata?

É difícil concluir qual motivo específico leva as células da próstata se reproduzirem de forma anormal, o que dá origem ao tumor. Contudo, existem os fatores de risco, que são algumas condições e comportamentos que podem facilitar o desenvolvimento da doença. 

Os principais são:

  • Idade acima de 50 anos;
  • Histórico familiar de parentes de primeiro grau, que já tiveram câncer de próstata;
  • Sedentarismo e obesidade;
  • Maus hábitos alimentares;
  • Altas taxas de estrogênio;
  • Nível de poluição ambiental.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

O câncer de próstata é uma doença traiçoeira, pois é assintomática, ou seja, em sua fase inicial não manifesta sintomas graves ou alarmantes, o que ajuda a se desenvolver e avançar. Por isso é extremamente importante a realização de exames preventivos constantes, dessa forma qualquer alteração pode ser identificada precocemente.

Contudo, quando o caso se agrava e o câncer de próstata atinge uma fase avançada, são apresentados sintomas como:

  • Dificuldade para urinar;
  • Interrupção do fluxo de urina ou até obstrução completa da uretra;
  • Aumento da necessidade de urinar e da sensação de bexiga cheia, mesmo após urinar;
  • Dificuldade para manter ereções;
  • Dor ao ejacular;
  • Sangue no sêmen;
  • Dores ósseas;
  • Infecção generalizada;
  • Insuficiência renal.

Claro, os sintomas variam de paciente para paciente e de quadro para quadro, por isso, ao sentir e/ou notar qualquer um desses sintomas procure o quanto antes um médico para avaliação.

Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?

Normalmente em homens acima dos 50 anos de idade é realizado o exame de toque retal e dosagem de PSA, que é feito por meio de um exame de sangue. Ambos os exames são essenciais para a identificação da doença, pois um pode ser complementar ao outro.

Pacientes que possuem altos fatores de risco, como o histórico de parentes com a doença, devem realizar o primeiro exame aos 40 anos de idade. Dependendo da situação do paciente é recomendado realizar os exames anualmente ou até semestralmente.

Qual é o tratamento para o câncer de próstata? 

Quando o diagnóstico do câncer de próstata é feito precocemente, o tratamento é extremamente eficaz, garantindo 90% de chances de cura. O tipo de tratamento escolhido varia de acordo com a situação do paciente e grau de evolução da doença em seu organismo. 

Os tratamentos mais utilizados são:

  • Remoção cirúrgica do tumor - utilizada nos casos em que o tumor está localizado;
  • Radioterapia ou quimioterapia – utilizada em casos nos quais o tumor entrou em metástase ou como complemento da cirúrgica de remoção;
  • Terapia hormonal - controla os hormônios que estimulam a evolução do câncer.

Como prevenir o câncer de próstata?

Infelizmente não existe um método 100% preventivo contra o Câncer de Próstata, contudo a realização constante dos exames de toque retal e PSA, principalmente após os 50 anos de idade é uma maneira de se cuidar e identificar a doença em seu estágio inicial. Além disso, viver com bons hábitos é uma das melhores maneiras de se proteger contra essa doença e muitas outras.

Hábitos que você pode adotar na rotina são:

  • Manter uma alimentação saudável;
  • Praticar atividades físicas;
  • Evitar o consumo de tabaco e bebidas alcoólicas;
  • Evitar o sobrepeso e a obesidade;
  • Manter em dia os exames de rotina;
  • Manter um comportamento sexual seguro;
  • Identificar e tratar adequadamente a hipertensão, diabetes e problemas de colesterol.

Não seja pego de surpresa. Cuide-se e previna-se contra o câncer de próstata e tenha uma vida saudável e alegre na melhor idade.

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E lembre-se, conte sempre com o Laboratório Exame para realizar os seus exames com eficácia e qualidade. Caso queira agendar o seu, ligue para o telefone (18) 3622-0011 ou através do WhatsApp (18) 98119-3963.


Check-up na Melhor Idade

O cuidado com a saúde é fundamental para ter mais qualidade de vida e o Check-up é um desses cuidados, claro na terceira idade é ainda mais imprescindível, pois além de prevenir doenças, ajuda na conquista da longevidade.  

Com o passar dos anos, o organismo acaba ficando mais lento e mais propenso a desenvolver alguns problemas de saúde, por isso ter exames de rotina em dia fazem a diferença. Inclusive existem alguns exames essenciais nessa faixa etária para a manutenção da saúde. Continue a leitura e confira!

A importância do Check-up


A partir dos 60 anos a vida pode e deve continuar ativa, mas não podemos ignorar o fato de que o organismo fica mais frágil, exigindo maior atenção e cuidados. E assim como em qualquer idade, ter uma vida mais saudável é capaz de prevenir contra doenças e manter a saúde em dia. 

Com bons hábitos, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, boas noites de sono, vacinas tomadas, consultas médicas regulares e exames de rotina sempre atualizados, ou seja, um Check-up, é possível conquistar mais qualidade de vida.

É importante pelo menos uma vez ao ano realizar um Check-up, pois assim é possível detectar precocemente possíveis problemas de saúde e com o diagnóstico aplicar um tratamento mais rápido e efetivo, afinal quanto antes começar a ser feito, maiores serão as chances de sucesso e cura.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a expectativa de vida do brasileiro em 2019 havia aumentado em até 31,1 anos desde 1940, mas com a pandemia esse crescimento foi interrompido. Para os homens a redução foi de 1,57 ano e para as mulheres foi de 0,9 ano. Mesmo com esse cenário, o Brasil continua com uma grande população idosa e segundo o IBGE, possui cerca de 29 milhões de brasileiros, que têm 60 anos ou mais. Afirma também que em 2025 o Brasil chegará a ser o sexto país no mundo com mais pessoas na terceira idade.

É possível notar através de dados como os citados acima e no nosso dia a dia, que o envelhecimento da população tem aumentado e isso se deve muito à informação e cuidados preventivos.

Adotar o hábito de realizar o Check-up anual é uma forma muito importante de manter os cuidados com a saúde, afinal muitas doenças são silenciosas, não apresentando sintomas em sua fase inicial.

Na terceira idade o Check-up ganha mais alguns exames em sua lista como essenciais, claro que dependendo de cada caso o médico poderá solicitar outros ainda, conforme necessidade e histórico do paciente.

Principais Exames para a Terceira Idade


A prevenção é sempre a melhor medida em qualquer idade, para os idosos exige mais atenção. As consultas ao médico devem ser preventivas, antes clínico geral, passando então para o especialista, o geriatra, que indicará quais exames deverão compor o Check-up.

Os principais exames recomendados em Check-up para idosos são: 

  • Hemograma Completo – o conhecido exame de sangue, que verifica a quantidade e funcionalidade das células que compõem o sangue: hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.
  • Perfil Lipídico (Lipidograma) - Colesterol LDL, Colesterol HDL, Colesterol total e Triglicérides – exame que verifica os níveis de colesterol, o considerado bom (HDL), o ruim (LDL), assim como os triglicerídeos e colesterol total. Através desse exame é possível conhecer os riscos de doenças cardiovasculares, recorrentes em idosos.
  • Glicose em jejum – exame que mede a taxa de glicose (açúcar) no sangue. Através dele é possível verificar, diagnosticar e tratar casos de diabetes e pré-diabetes.

Outros Exames de Sangue

  • Ureia - exame que avalia a funcionalidade dos rins e fígado, através da verificação dos níveis de ureia no sangue.
  • Creatinina - exame que avalia o funcionamento dos rins, através da dosagem dos níveis de creatinina no sangue.
  • Transaminases - TGO e TGP – exame que mede os níveis de enzimas do fígado e avaliam a saúde e seu funcionamento. É usado para detectar doenças e problemas no fígado e na bile.
  • TSH – exame que mede o nível de hormônio da tireoide, verificando seu funcionamento, podendo diagnosticar doenças como o hipertireoidismo e hipotireoidismo.
  • Albumina – exame que verifica o estado nutricional geral do paciente e pode identificar possíveis problemas renais ou hepáticos.
  • PSA (Antígeno Prostático Específico) – exame que mede os níveis de PSA no sangue, que quando apresentam alterações podem detectar presença de Câncer prostático ou prostatite.
  • 25 – hidroxi -Vitamina D – exame que verifica os níveis dessa vitamina, pois a deficiência desta aumenta o risco de osteoporose.
  • Cálcio e PTH – exame que verifica a dosagem do hormônio paratormônio e de cálcio no sangue, pois a falta ou excesso está relacionada à várias doenças, como insuficiência renal crônica e hipercalciúria.
  • Urina Tipo 1 (Exame EAS) – exame que verifica a saúde do sistema urinário e dos rins.
  • Exame de fezes – exame que identifica possível presença de parasitas no organismo.
  • T4 livre – exame que verifica a dosagem do hormônio T4 no organismo, que permite avaliar o funcionamento da glândula tireoide. 
  • Proteínas totais e frações – exame que verifica as quantidades de proteínas presentes na circulação sanguínea. Geralmente para suspeita de distúrbios renais e hepáticos.
  • Ácido úrico – exame para verificar se há excesso ou falta de ácido úrico no organismo.
  • Ferritina – exame para avaliar as reservas de ferro no organismo.

Além desses exames laboratoriais também são indicados:

  • Densitometria óssea
  • Para mulheres – Mamografia e Papanicolau
  • Para homens - Exame de próstata
  • Colonoscopia
  • Eletrocardiograma
  • Teste ergométrico
  • Radiografia de tórax

Laboratório Exame


Você pode contar com o Laboratório Exame para realizar seu Check-up completo com toda confiança e segurança. Exames realizados por uma equipe de profissionais capacitados, com eficiência, precisão e rapidez nos resultados.

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