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Maio Vermelho – Como se prevenir contra a Hepatite?

A Hepatite é um problema de saúde pública muito grave no Brasil e no mundo. É uma doença que atinge milhares de pessoas, contudo muitas ainda não sabem quais são os seus sintomas, causas, meios de transmissão, métodos de prevenção e tratamento. Por isso, fizemos esse artigo para que você saiba tudo o que precisa sobre a Hepatite e possa se prevenir.

 

O que é a Hepatite?

A Hepatite é uma infecção que inflama o fígado, causando leves, moderadas e até mesmo graves alterações no órgão. Causada por vírus e/ou uso de determinadas substâncias em excesso, essa doença começa a atuar no organismo poucos dias após o contato da pessoa com o vírus.

Contudo, na maioria das vezes se apresenta de forma silenciosa, ou seja, sem a presença de sintomas visíveis, por isso existem muitos casos em que os infectados demoram para perceber a doença.

Quando a Hepatite se manifesta é comum que apresente sintomas como: cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos, urina escura, fezes claras, cansaço, febre, tontura, mal-estar, enjoos, vômitos e dores abdominais.

Existem diversos tipos de Hepatite no mundo, porém os tipos mais comuns no Brasil são as Hepatites A, B e C. Claro, ainda assim, mesmo raros, existem casos dos outros tipos, como a D e a E, no país.

 

A importância da campanha Maio Vermelho

A campanha Maio Vermelho foi criada com o objetivo de alertar toda a população, sobre os perigos que a Hepatite pode trazer a vida e conscientizar sobre a importância da sua prevenção.

Por ser uma doença muitas vezes silenciosa, apresentando sintomas apenas quando alcança um estágio avançado, o diagnóstico precoce é o maior aliado no combate da Hepatite.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 500 mil pessoas convivem com o vírus da Hepatite C e ainda não tem conhecimento disso. Mas o levantamento também mostra que houve uma redução de 7% no número de casos notificados no país.

 

O desenvolvimento da Hepatite no organismo

Frequentemente as Hepatites dos tipos B e C se tornam doenças crônicas por não apresentarem sintomas, assim grande parte dos infectados não sabem que estão contaminados e passam anos sem o devido diagnóstico e consequentemente tratamento, permitindo com que a doença evolua por anos e até mesmo décadas em seu corpo.

Conforme avança, a infecção compromete muito o funcionamento do fígado, causando fibrose avançada ou cirrose, que podem causar o desenvolvimento de câncer, necessitando em casos mais graves, até mesmo o transplante do órgão.

Estima-se que esses dois tipos de Hepatites causem anualmente 1,4 milhões de mortes em todo o mundo, tanto por infecção aguda, câncer hepático ou cirrose associada as Hepatites.

 

Quais são os principais sintomas da Hepatite?

Como citamos acima, existem diversos tipos de Hepatite, por isso os sintomas podem variar de acordo com o tipo de vírus pelo qual a pessoa foi infectada.

Os sintomas geralmente se apresentem na fase aguda da doença, causando:

·      Dores de cabeça;

·      Dores e inchaços abdominais;

·      Mal-estar;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Urina escura;

·      Fezes claras;

·      Enjoos;

·      Vômitos;

·      Emagrecimento repentino sem causa específica.

 

A Hepatite do tipo B, como já citamos, não costuma apresentar sintomas, evoluindo lentamente e silenciosamente pelo organismo.

Nos poucos casos em que esse tipo de Hepatite apresenta sintomas nos infectados, estes são:

·      Febre alta;

·      Cor amarelada na pele e na parte branca dos olhos;

·      Mal-estar recorrente;

·      Falta de apetite.

Na grande maioria dos casos, o paciente infectado com Hepatite B, quando diagnosticado, pode ser curado. Diferente dos pacientes com Hepatite tipo C, que devem percorrer uma longa caminhada no tratamento da doença.

 

Quais são as causas da Hepatite?

A Hepatite pode ser causada por:

·      Infecção com o Vírus das Hepatites A, B, C, D, E ou G;

·      Infecção com bactérias ou parasitas causadores da Hepatite;

·      Uso excessivo e não controlado de determinados medicamentos;

·      Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Além disso, a Hepatite pode ser causada em pessoas que possuem algumas doenças específicas como: Lúpus, Fibrose Cística, Anemia Hemolítica e doenças inflamatórias intestinais.

 

Como a Hepatite é transmitida?

A Hepatite pode ser transmitida de diversas formas, as mais comuns são:

·      Contato com sangue contaminado;

·      Contato com urina ou fezes de alguém contaminado;

·      Beber água ou consumir alimentos contaminados por fezes;

·      Compartilhar seringas;

·      Ter relações sexuais sem o uso de preservativos;

·      Transfusão de sangue;

·      De mãe para filho através do parto normal;

Algumas dessas formas de transmissão das Hepatites eram mais comuns antigamente, quando a medicina não contava com tantas tecnologias e exames diferenciados. Este é caso das duas últimas da lista: Transfusão de sangue; de mãe para filho através do parto normal. Também é possível que a doença seja desenvolvida em gestantes que não seguem o pré-natal corretamente.

 

Quais são os métodos de prevenção da Hepatite?

A Hepatite é uma doença séria e todos os tipos podem causar consequências drásticas, por isso é essencial tomar os devidos cuidados para se prevenir.

Para te ajudar, listamos quais são os principais métodos de prevenção das Hepatites A, B e C. Confira.

 

Métodos de prevenção da Hepatite A

Como citamos acima, uma das formas de transmissão da Hepatite A é através da ingestão de bebidas e alimentos contaminados pelo vírus. É comum que áreas que não possuam saneamento básico sejam altamente afetadas pela doença, uma vez que as fezes podem contaminar rios e até mesmo plantações das quais são retirados os alimentos de famílias.

Os principais métodos de prevenção da Hepatite A são:

·      Tomar a vacina contra a Hepatite A;

·      Adotar bons hábitos de higiene, como por exemplo, sempre lavar as mãos antes de comer;

·      Beber água potável;

·      Evitar o consumo de alimentos crus;

·      Higienizar os alimentos corretamente antes do consumo;

·      Optar por alimentos cozidos, uma vez que, dessa forma os vírus são eliminados;

·      Evitar o consumo e ingestão de bebidas e alimentos preparados em más condições de higiene.

 

Métodos de prevenção das Hepatites B e C

As Hepatites do tipo B e C podem ser transmitidas através do contato com sangue ou secreções de pessoas infectadas por um dos dois vírus.

Os principais métodos de prevenção das Hepatite B e C são:

·      Tomar a vacina da Hepatite B;

·      Usar preservativo em todas as relações sexuais;

·      Não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear, objetos de manicure, etc;

·      Utilizar luvas descartáveis ao tratar as feridas ou socorrer alguém em situações onde há sangramento;

·      Exigir material descartável novo ao realizar procedimentos, como tatuagens, piercings, brincos, acupuntura, etc.

 

Importante:

Como o tipo C ainda não possui vacina, a melhor forma de prevenção mesmo é evitar o contato com o sangue contaminado. A Hepatite tipo C tem cura em mais de 90% dos casos quando o tratamento é seguido corretamente. 

E quanto a Hepatite D, é um tipo que está ligada com a infecção e inflamação de tecidos do fígado a partir do vírus B, assim tomar a vacina contra a Hepatite B é uma forma de prevenção mais adequada.

As vacinas para os tipos A e B podem ser tomadas isoladas ou inclusive podem ser combinadas.

 

Como é diagnosticada a Hepatite?

A Hepatite pode ser diagnosticada através da observação do paciente infectado e por meio de exames sorológicos de sangue. Alguns dos mais utilizados para isso, são:

 

1 – Hepatograma

Consiste em uma série de exames de sangue, capaz de definir qual o grau de inflamação do fígado, através de marcadores da função hepática, como bilirrubinas, fosfatase alcalina, aminotransferases, albumina e tempo de protrombina. Todas essas substâncias analisadas são capazes de identificar o estado de funcionamento do fígado.

 

2 – ALT

O teste de ALT tem como objetivo detectar lesões hepáticas. Nesse exame, é possível identificar a dosagem da atividade da enzima alanina aminotransferase (ALT). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e aspartato aminotransferase (AST). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

3 – AST

O teste de AST, funciona da mesma forma que o ALT. Neste é possível identificar a dosagem da atividade da enzima aspartato-aminotransferase (AST). Esses valores são comparados aos de outras enzimas, como a fosfatase alcalina (ALP) e alanina aminotransferase (ALT). Através dessa comparação é possível identificar que tipo de doença hepática está presente no organismo.

 

4 – Bilirrubina

Nesse exame, é realizada a dosagem da bilirrubina (substância produzida quando o fígado decompõe glóbulos vermelhos velhos). A partir desses valores é possível avaliar o excesso desse componente no sangue, avaliando assim o funcionamento do fígado.

 

Ainda existem diversos outros exames que podem ser realizados para a identificação da Hepatite. O médico por exemplo, pode solicitar uma ultrassonografia para avaliar aspectos do fígado, como: tamanho, obstrução ou se há presença de tumores no órgão.

 

Como é o tratamento da Hepatite?

Normalmente a Hepatite é tratada através de muito repouso, hidratação e com uma alimentação saudável e equilibrada. Contudo, em alguns casos específicos, o médico pode prescrever alguns tipos de medicamentos.

Em casos nos quais é necessário o uso de medicamentos no tratamento da Hepatite, é comum que os pacientes sintam efeitos colaterais causados pelos remédios, como:

·      Febre;

·      Dores de cabeça;

·      Insônia;

·      Alta irritabilidade.

Esses efeitos, muitas vezes fazem com que pacientes abandonem o tratamento da doença, comprometendo ainda mais o caso. Entretanto, mesmo com todos os incômodos causados pelos medicamentos, com o decorrer do tratamento eles acabam diminuindo. Outros medicamentos também podem ser utilizados para amenizar esses efeitos, como analgésicos, antidepressivos e/ou anti-inflamatórios.

 

A Hepatite é uma doença séria, que em casos nos quais o infectado não é devidamente tratado pode levar a morte. Cuide-se, adote todas os métodos de prevenção no seu dia a dia e poupe você e as pessoas ao seu redor de se infectarem com essa perigosa doença.

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6 hormônios que podem atrapalhar seu emagrecimento

Está com dificuldade de perder peso? Atenção, podem ser os hormônios. Muitos não sabem, mas não são apenas a alimentação saudável e a prática de atividades físicas que influenciam no processo de emagrecimento, os hormônios também exercem um papel importante nessa missão. Por isso preparamos essa lista com 6 hormônios que podem atrapalhar seu emagrecimento. Continue a leitura e confira. 

Como os hormônios atrapalham a perda de peso? 

Os hormônios são responsáveis por regular o nosso metabolismo, que por sua vez exerce papel fundamental na perda de peso. A partir do momento em que os hormônios estão desregulados, o metabolismo passa a não funcionar adequadamente, o que dificulta a queima de calorias e ainda aumenta a pré-disposição ao armazenamento de gordura. 

São os hormônios que regulam a velocidade do nosso metabolismo e é por isso que ao estarem desregulados, dificultam o processo de emagrecimento. Normalmente esse processo é causado pela disfunção hormonal.

O que é disfunção hormonal?

Como o próprio nome sugere, a disfunção hormonal nada mais é do que um problema em que existe um aumento ou diminuição irregular na produção de hormônios relacionados ao metabolismo. 

São diversos os fatores que podem causar esse tipo de distúrbio. Inclusive, os problemas hormonais são muito comuns e podem causar sintomas como:

  • Fome em excesso 
  • Irritabilidade
  • Cansaço em excesso 
  • Insônia 

A disfunção hormonal, além de prejudicar o emagrecimento ainda pode causar doenças graves como a diabetes e hipotireoidismo, por exemplo. Por isso ao ser identificada, a disfunção deve ser tratada corretamente. 

Quais são os hormônios que podem atrapalhar o emagrecimento?

Contamos com muitos hormônios em nosso organismo, mas alguns em específico estão mais ligados ao metabolismo e esses podem atrapalhar o emagrecimento. Confira nossa lista com os 6 principais:

1 – Cortisol

Também conhecido como “hormônio do estresse”, o Cortisol é produzido pelas glândulas suprarrenais e atuam controlando o estresse em nosso organismo. Ele converte gordura em glicose através do fígado, proporcionando assim mais energia. 

Esse hormônio está presente em diversas atividades do organismo durante o dia, como na regulagem da pressão sanguínea, formação de novas memórias, além de auxiliar na digestão, controlando a maneira com que o corpo utiliza todas as proteínas, carboidratos e gorduras obtidas através da alimentação.  

Quando produzido em alta quantidade pode despertar o apetite e ainda estimular o fígado a produzir glicose em excesso, para que o corpo obtenha energia suficiente para lidar com as atividades diárias. Em excesso pode ainda aumentar os níveis de insulina e isso faz com que a vontade de comer seja direcionada a doces e alimentos gordurosos. 

Além de se alimentar mais por causa dessa liberação em excesso, como as substâncias produzidas pelo cortisol não são utilizadas pelo corpo, acabam sendo acumuladas e então armazenadas como gordura. 

2 - Hormônios da Tireoide (T3 e T4) 

Os hormônios T3 e T4 são produzidos pela glândula Tireoide, localizada no pescoço, por isso também são conhecidos por hormônios da Tireoide. Eles estão diretamente ligados com o metabolismo e auxiliam na regulagem de todo o organismo, como nos batimentos cardíacos, raciocínio, temperatura corporal e até mesmo na fertilidade. 

Quando a glândula tem baixo nível de produção dos hormônios, acontece o hipotireoidismo, e isso faz com que o metabolismo desacelere, dessa forma diminui-se o gasto calórico em repouso, o que dificulta a perda de peso. O contrário também pode acontecer, quando a glândula produz em excesso acontece o hipertireoidismo, fazendo com que a pessoa tenha dificuldade para ganhar peso. 

3 – Grelina 

Esse é bastante conhecido por ser o hormônio do apetite, pois é produzido principalmente pelo estômago e pâncreas. Ele é responsável por informar o cérebro que é hora de comer, além de auxiliar também no controle energético do corpo, equilibrando a ingestão e o gasto calórico. 

Quanto mais altos os níveis de Grelina no organismo, mais faminto o indivíduo fica, logo assim que come os níveis se estabilizam reduzindo assim o apetite. Contudo em dietas bastante restritivas ou em um caso de disfunção hormonal, seu nível aumenta de forma intensa, despertando assim maior apetite, fazendo com que a pessoa coma mais do que precisa, dificultando assim a perda de peso. 

4 – GH 

Conhecido também como hormônio do crescimento, o GH é responsável por auxiliar no crescimento longitudinal, assim como o linear e o das células e músculos. Além disso, ele estimula a transformação da gordura corporal em energia através da metabolização.

Quando desregulado, pode não cumprir sua função corretamente, fazendo assim com que a gordura do organismo não seja transformada em energia, além de causar ainda problemas graves, como doenças cardiovasculares, por exemplo. 

5 – Leptina

Esse é conhecido também como hormônio da saciedade, pois uma de suas principais funções é indicar quando o corpo já está saciado, através do nível de gordura armazenada, evitando assim que a pessoa coma mais do que deve. 

Em pessoas acima do peso a Leptina é encontrada em níveis mais altos, devido a quantidade de gordura armazenada no organismo, contudo estas acabam tendo certa resistência ao efeito do hormônio, o que as fazem não se sentirem tão saciadas após as refeições, quando deveria. 

Pessoas com disfunção hormonal podem sentir o mesmo efeito, uma vez que se a Leptina for produzida em excesso pelo corpo, a sensação de saciedade será menor, fazendo assim com que a pessoa coma mais do que necessário. 

6 – Insulina 

A insulina é o hormônio responsável por controlar o nível de glicose (açúcar) no sangue e levá-la para as células. 

Quando encontrada em níveis desregulados no organismo, pode ocasionar a predisposição ao diabetes e ainda aumentar os estoques de gorduras no organismo, principalmente em regiões próximas à barriga e cintura, causando assim dificuldade na perda de peso. 

Como saber se eu tenho disfunção hormonal?

Problemas hormonais podem ser identificados no organismo através da realização de um exame de sangue. É através da medição dos níveis hormonais presente na circulação sanguínea, que se descobre alterações nas dosagens hormonais presentes no corpo. 

Onde fazer o exame de dosagem hormonal em Araçatuba?

Dúvidas quanto aos seus hormônios? Acha que algo está acontecendo? Seu médico solicitou um exame de sangue para que seja feita a dosagem hormonal? Se você mora em Araçatuba, nós podemos ajudar! Somos um laboratório reconhecido em toda região pela qualidade oferecida em nossos serviços e claro, contamos com uma equipe de biomédicos especializados para garantirem os melhores e mais precisos resultados. 

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Novembro Azul – Tudo o que você precisa saber sobre o Câncer de Próstata

Novembro Azul é uma campanha criada com o intuito de conscientizar sobre doenças masculinas, tendo como ênfase o Câncer de Próstata. Esse é o segundo tipo mais comum de câncer entre a população masculina brasileira, ficando atrás apenas do câncer de pele.

Contudo, muitos homens ainda não sabem ao certo o que é e nem como essa doença age no organismo, por isso no artigo de hoje falaremos mais sobre o câncer de próstata, seus sintomas, causas, diagnóstico e tratamento, ou seja, tudo o que você precisa saber sobre essa doença para se cuidar.

O que é Câncer de Próstata?

A próstata é uma pequena glândula muito importante, que é parte integrante do sistema reprodutor masculino. Sua função é produzir o fluído que protege e nutre os espermatozoides no sêmen, tornando-o mais líquido. Fica localizada na parte baixa do abdômen, próxima à bexiga, ao reto e à uretra. 

O câncer de próstata se desenvolve a partir de uma multiplicação desordenada das células da próstata. A glândula endurece e surge um tumor. Essas células anômalas conseguem invadir os tecidos do organismo e se disseminar por diversos outros órgãos, o que complica e aumenta a gravidade da doença.

Quais são as causas do câncer de próstata?

É difícil concluir qual motivo específico leva as células da próstata se reproduzirem de forma anormal, o que dá origem ao tumor. Contudo, existem os fatores de risco, que são algumas condições e comportamentos que podem facilitar o desenvolvimento da doença. 

Os principais são:

  • Idade acima de 50 anos;
  • Histórico familiar de parentes de primeiro grau, que já tiveram câncer de próstata;
  • Sedentarismo e obesidade;
  • Maus hábitos alimentares;
  • Altas taxas de estrogênio;
  • Nível de poluição ambiental.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

O câncer de próstata é uma doença traiçoeira, pois é assintomática, ou seja, em sua fase inicial não manifesta sintomas graves ou alarmantes, o que ajuda a se desenvolver e avançar. Por isso é extremamente importante a realização de exames preventivos constantes, dessa forma qualquer alteração pode ser identificada precocemente.

Contudo, quando o caso se agrava e o câncer de próstata atinge uma fase avançada, são apresentados sintomas como:

  • Dificuldade para urinar;
  • Interrupção do fluxo de urina ou até obstrução completa da uretra;
  • Aumento da necessidade de urinar e da sensação de bexiga cheia, mesmo após urinar;
  • Dificuldade para manter ereções;
  • Dor ao ejacular;
  • Sangue no sêmen;
  • Dores ósseas;
  • Infecção generalizada;
  • Insuficiência renal.

Claro, os sintomas variam de paciente para paciente e de quadro para quadro, por isso, ao sentir e/ou notar qualquer um desses sintomas procure o quanto antes um médico para avaliação.

Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?

Normalmente em homens acima dos 50 anos de idade é realizado o exame de toque retal e dosagem de PSA, que é feito por meio de um exame de sangue. Ambos os exames são essenciais para a identificação da doença, pois um pode ser complementar ao outro.

Pacientes que possuem altos fatores de risco, como o histórico de parentes com a doença, devem realizar o primeiro exame aos 40 anos de idade. Dependendo da situação do paciente é recomendado realizar os exames anualmente ou até semestralmente.

Qual é o tratamento para o câncer de próstata? 

Quando o diagnóstico do câncer de próstata é feito precocemente, o tratamento é extremamente eficaz, garantindo 90% de chances de cura. O tipo de tratamento escolhido varia de acordo com a situação do paciente e grau de evolução da doença em seu organismo. 

Os tratamentos mais utilizados são:

  • Remoção cirúrgica do tumor - utilizada nos casos em que o tumor está localizado;
  • Radioterapia ou quimioterapia – utilizada em casos nos quais o tumor entrou em metástase ou como complemento da cirúrgica de remoção;
  • Terapia hormonal - controla os hormônios que estimulam a evolução do câncer.

Como prevenir o câncer de próstata?

Infelizmente não existe um método 100% preventivo contra o Câncer de Próstata, contudo a realização constante dos exames de toque retal e PSA, principalmente após os 50 anos de idade é uma maneira de se cuidar e identificar a doença em seu estágio inicial. Além disso, viver com bons hábitos é uma das melhores maneiras de se proteger contra essa doença e muitas outras.

Hábitos que você pode adotar na rotina são:

  • Manter uma alimentação saudável;
  • Praticar atividades físicas;
  • Evitar o consumo de tabaco e bebidas alcoólicas;
  • Evitar o sobrepeso e a obesidade;
  • Manter em dia os exames de rotina;
  • Manter um comportamento sexual seguro;
  • Identificar e tratar adequadamente a hipertensão, diabetes e problemas de colesterol.

Não seja pego de surpresa. Cuide-se e previna-se contra o câncer de próstata e tenha uma vida saudável e alegre na melhor idade.

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Check-up na Melhor Idade

O cuidado com a saúde é fundamental para ter mais qualidade de vida e o Check-up é um desses cuidados, claro na terceira idade é ainda mais imprescindível, pois além de prevenir doenças, ajuda na conquista da longevidade.  

Com o passar dos anos, o organismo acaba ficando mais lento e mais propenso a desenvolver alguns problemas de saúde, por isso ter exames de rotina em dia fazem a diferença. Inclusive existem alguns exames essenciais nessa faixa etária para a manutenção da saúde. Continue a leitura e confira!

A importância do Check-up


A partir dos 60 anos a vida pode e deve continuar ativa, mas não podemos ignorar o fato de que o organismo fica mais frágil, exigindo maior atenção e cuidados. E assim como em qualquer idade, ter uma vida mais saudável é capaz de prevenir contra doenças e manter a saúde em dia. 

Com bons hábitos, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, boas noites de sono, vacinas tomadas, consultas médicas regulares e exames de rotina sempre atualizados, ou seja, um Check-up, é possível conquistar mais qualidade de vida.

É importante pelo menos uma vez ao ano realizar um Check-up, pois assim é possível detectar precocemente possíveis problemas de saúde e com o diagnóstico aplicar um tratamento mais rápido e efetivo, afinal quanto antes começar a ser feito, maiores serão as chances de sucesso e cura.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a expectativa de vida do brasileiro em 2019 havia aumentado em até 31,1 anos desde 1940, mas com a pandemia esse crescimento foi interrompido. Para os homens a redução foi de 1,57 ano e para as mulheres foi de 0,9 ano. Mesmo com esse cenário, o Brasil continua com uma grande população idosa e segundo o IBGE, possui cerca de 29 milhões de brasileiros, que têm 60 anos ou mais. Afirma também que em 2025 o Brasil chegará a ser o sexto país no mundo com mais pessoas na terceira idade.

É possível notar através de dados como os citados acima e no nosso dia a dia, que o envelhecimento da população tem aumentado e isso se deve muito à informação e cuidados preventivos.

Adotar o hábito de realizar o Check-up anual é uma forma muito importante de manter os cuidados com a saúde, afinal muitas doenças são silenciosas, não apresentando sintomas em sua fase inicial.

Na terceira idade o Check-up ganha mais alguns exames em sua lista como essenciais, claro que dependendo de cada caso o médico poderá solicitar outros ainda, conforme necessidade e histórico do paciente.

Principais Exames para a Terceira Idade


A prevenção é sempre a melhor medida em qualquer idade, para os idosos exige mais atenção. As consultas ao médico devem ser preventivas, antes clínico geral, passando então para o especialista, o geriatra, que indicará quais exames deverão compor o Check-up.

Os principais exames recomendados em Check-up para idosos são: 

  • Hemograma Completo – o conhecido exame de sangue, que verifica a quantidade e funcionalidade das células que compõem o sangue: hemácias (glóbulos vermelhos), leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.
  • Perfil Lipídico (Lipidograma) - Colesterol LDL, Colesterol HDL, Colesterol total e Triglicérides – exame que verifica os níveis de colesterol, o considerado bom (HDL), o ruim (LDL), assim como os triglicerídeos e colesterol total. Através desse exame é possível conhecer os riscos de doenças cardiovasculares, recorrentes em idosos.
  • Glicose em jejum – exame que mede a taxa de glicose (açúcar) no sangue. Através dele é possível verificar, diagnosticar e tratar casos de diabetes e pré-diabetes.

Outros Exames de Sangue

  • Ureia - exame que avalia a funcionalidade dos rins e fígado, através da verificação dos níveis de ureia no sangue.
  • Creatinina - exame que avalia o funcionamento dos rins, através da dosagem dos níveis de creatinina no sangue.
  • Transaminases - TGO e TGP – exame que mede os níveis de enzimas do fígado e avaliam a saúde e seu funcionamento. É usado para detectar doenças e problemas no fígado e na bile.
  • TSH – exame que mede o nível de hormônio da tireoide, verificando seu funcionamento, podendo diagnosticar doenças como o hipertireoidismo e hipotireoidismo.
  • Albumina – exame que verifica o estado nutricional geral do paciente e pode identificar possíveis problemas renais ou hepáticos.
  • PSA (Antígeno Prostático Específico) – exame que mede os níveis de PSA no sangue, que quando apresentam alterações podem detectar presença de Câncer prostático ou prostatite.
  • 25 – hidroxi -Vitamina D – exame que verifica os níveis dessa vitamina, pois a deficiência desta aumenta o risco de osteoporose.
  • Cálcio e PTH – exame que verifica a dosagem do hormônio paratormônio e de cálcio no sangue, pois a falta ou excesso está relacionada à várias doenças, como insuficiência renal crônica e hipercalciúria.
  • Urina Tipo 1 (Exame EAS) – exame que verifica a saúde do sistema urinário e dos rins.
  • Exame de fezes – exame que identifica possível presença de parasitas no organismo.
  • T4 livre – exame que verifica a dosagem do hormônio T4 no organismo, que permite avaliar o funcionamento da glândula tireoide. 
  • Proteínas totais e frações – exame que verifica as quantidades de proteínas presentes na circulação sanguínea. Geralmente para suspeita de distúrbios renais e hepáticos.
  • Ácido úrico – exame para verificar se há excesso ou falta de ácido úrico no organismo.
  • Ferritina – exame para avaliar as reservas de ferro no organismo.

Além desses exames laboratoriais também são indicados:

  • Densitometria óssea
  • Para mulheres – Mamografia e Papanicolau
  • Para homens - Exame de próstata
  • Colonoscopia
  • Eletrocardiograma
  • Teste ergométrico
  • Radiografia de tórax

Laboratório Exame


Você pode contar com o Laboratório Exame para realizar seu Check-up completo com toda confiança e segurança. Exames realizados por uma equipe de profissionais capacitados, com eficiência, precisão e rapidez nos resultados.

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